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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Resolução de fim de dia - As espinhas, o beijo e o fandangos

Resolução de fim de dia que não acaba:

- Não odeio espinhas, até porque elas nunca foram muito minhas fãs, me procuraram tarde e certamente não vão (não podem) me acompanhar a vida inteira. Não é com gosto, mas não me olho no espelho para olhar para elas.

- Beijar na boca é tão bom que quando bate a saudade, a saudade não vem como saudade. Vem como qualquer outra coisa tão ruim que me parece, veja bem, me parece saudade, mas é ruim e é bom, pelo menos pelo fato que se consuma quando se beija.

- Comer biscoito a essa hora (00:54) não é coisa de criança, se fosse, dormir depois das 22h também seria. Fico feliz por comer um biscoito com nome de cultura e que parece nome de pólvora...

Não dormi. Caí pra trás sem ser de vez. Uma baba custa meu sono...
Tá certo que agora entendi tudo.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Você em pedacinhos...

O mundo é uma pequena delícia comestível que a gente pode provar pedacinho por pedacinho... Acho que os homens tbm são assim e eu sou louca por eles por causa disso!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Da série "Graças a Deus que não!"

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Querer não é poder, não é verdade?

"Ah... Como eu queria dar um tiro na testa agora."





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Quando você chegou pisou em cacos

Eu estava aqui no meu canto, catando meu cacos espalhados m]pelos cantos. Estava era tentando cair na real sem me espalhar muito. Estava escrevendo, amando não mais. Estava desejando um algo melhor. Um melhor de mim, um melhor do outro alguém a quem eu queria abandonar e esquecer. Estava esperando um melhor do mundo ao qual eu nunca quis enxergar muito com óculos. Estive tentando usar a lupa, já que ela assim como mostra também deforma a realidade, mas nada feito.
Daí você chegou.
Chegou com voz de vinho, tequila, vodka e sei lá.
Chegou querendo dançar, com aspecto de quem queria fugir do lugar onde estava.
Se eu queria ficar no meu lugar?
E eu lá sie que lugar é esse ao qual pertenço. Mas sei que você não é daqui. OU pelo menos não era...
Quando você chegou, pisou em meus cacos sem pedir licença. Sim, porque quando você chegou ainda restavam algumas faíscas de vidro do que eu fui no chão.
Se eu mudei?
Não por sua causa. Já faz um tempo que eu mudei. Não por sua causa.
Já faz algum tempo que passei a amar mais a esse outro que a mim. Que passei a me entregar, a achar que era mais bonito, fofinho e burro ligar, mas eu liguei. Passei a achar que minha dependência era pegar o telefone e enviar um mensagem ou um sinal de fumaça.
Nunca fui assim, mas quando você, assim era eu. Já estava mudada.

Continua...

domingo, 12 de junho de 2011

Sexo Tânguico

Me parece tão engraçado. Na verdade, nenhuma graça tem. Só sensualidade. Quer dança mais sensual que tango?
É a dança mais sensual e menos sexual que conheço. Falando do ato, ato em si, é muita sensualidade e pouco sexo. Penetração nenhuma e se tiver é lá pelas tantas e dura, não dura? Vai saber...
Talvez o tango seja o ato de sexual mais tântrico que conheço. Você nunca chega lá, mas está sempre lá perambulando ao redor do oasis.
Um gesto, um olhar, uma virada e em tudo se abre aos termômetros, passo longe do amor, mas me aproximo da paixão. Certo mesmo é dizer do desejo e como adoro dizer.
Para quem dança é um querer, um seduzir, um manipular, um envolver... Um orgasmo por fora, quem sabe.
Para quem assiste é ainda pior. (Dedico aos voyers) Que saboreiam cada passo, cada garra, cada afeto demonstrado no olhar. Sem açúcar, só com muito amargo e pimenta, daquelas coisas de tamarindo que nos deixam o frenesi de uma angustia anunciada e aproveitada até o final.
Ai... Ai! Tango, tango tango...
Nunca acaba. Se acaba, queremos que continue e se continua, Deus sabe lá pra onde. Cada passo de tango é um tocar imaginário de longe e de perto que nunca encostam verdadeiramente a alma, ou quem sabe só encostam verdadeiramente.
Sem você tango, eu danço e simplesmente danço. Já com você, eu flutuo e encontro os prazeres mais carnais que minha carne poderia desejar e só. Só não. É contínuo tudo no tango em minh'alma.
E sinto a carne, sinto o cheiro e o vermelho não pode faltar. Que dizer do preto de ponta do sapato.
Ah.. Me venha tango que vou tan... tan... tan... com você!